Marca acompanha evolução dos AI PCs e mostra como a integração entre inteligência artificial, processamento local, câmera e áudio pode tornar a comunicação corporativa mais fluida
O trabalho híbrido mudou o papel dos notebooks dentro das empresas. Além de executar tarefas, os dispositivos passaram a concentrar funções de comunicação, colaboração, segurança e processamento, enquanto recursos de inteligência artificial começam a ser incorporados à experiência de uso. Atenta a esse movimento, a VAIO®, marca japonesa com presença no Brasil desde 2015 por meio da Positivo Tecnologia, mostra como a integração entre IA embarcada, processamento local, câmera e áudio pode reduzir barreiras tecnológicas e tornar a comunicação mais natural em videoconferências.
A tendência acompanha a evolução do próprio mercado de computadores. Segundo projeção do Gartner, os notebooks com recursos de inteligência artificial devem representar 58,7% das vendas mundiais da categoria em 2026, indicando que capacidades de IA estão deixando de ser um diferencial isolado e passando a integrar a nova geração de dispositivos.
Tecnologia mais presente e menos perceptível
No ambiente corporativo, essa transformação acontece em diferentes etapas da experiência e ganha relevância especialmente nas videoconferências, realizadas em espaços com diferentes condições de iluminação, enquadramento e ruído. Recursos capazes de adaptar automaticamente a imagem e áudio ajudam a reduzir ajustes manuais durante as chamadas e contribuem para uma experiência mais consistente, mesmo quando o profissional muda de ambiente.
Para a VAIO®, essa evolução representa uma mudança na própria relação entre usuário e computador. À medida que a inteligência artificial passa a fazer parte da arquitetura dos notebooks, o equipamento pode executar determinadas funções de forma automática, reduzindo a necessidade de o profissional interromper uma reunião para realizar configurações.
Um exemplo dessa evolução pode ser conferido em produtos como o VAIO® Pro BK, que reúne recursos voltados à comunicação, produtividade e segurança no ambiente corporativo. Entre eles estão funcionalidades do Windows Studio Effects, que utilizam a capacidade de processamento da NPU para aprimorar a experiência de vídeo durante chamadas, com recursos como enquadramento automático, contato visual, desfoque de fundo e iluminação de retrato.
A NPU, unidade dedicada ao processamento de tarefas de inteligência artificial, é um dos elementos que viabilizam essa mudança. Ao executar determinadas operações de IA diretamente no dispositivo, ela permite distribuir o processamento entre diferentes componentes do computador e viabilizar recursos inteligentes de forma mais eficiente, sem depender exclusivamente da nuvem.
Esse movimento também tende a ganhar espaço na forma como as empresas avaliam a renovação de seus parques de notebooks. Além de desempenho, autonomia e segurança, aspectos como capacidade de processamento de IA, qualidade de câmera e áudio e recursos de colaboração começam a entrar nessa equação à medida que as organizações avaliam equipamentos preparados para uma rotina de trabalho cada vez mais distribuída.

Leave feedback about this