Privacidade de dados, brasileiros criam senhas fortes, mas pecam em outros hábitos

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Gustavo Piltcher, diretor de estratégia e inovação da Nodo, comenta sobre a importância de empresas investirem em soluções que garantem conformidade com padrões nacionais e internacionais de proteção e privacidade de dados

Segundo última pesquisa divulgada pela NordVPN, solução de segurança online, na hora de criar senhas fortes, o brasileiro possui um desempenho de 81,2%. Porém, falha em adotar hábitos simples que o ajudariam a garantir melhor a privacidade e segurança de seus dados. Por isso, o desempenho do Brasil é de 33,4% na categoria “hábitos digitais”, em uma disputa com 192 países.

Gustavo Piltcher, diretor de estratégia e inovação da Nodo, comenta a importância do conhecimento em privacidade e segurança, “o objetivo é que as empresas ofereçam não apenas mais transparência sobre sobre a coleta e o processamento de dados, mas também tenham maior controle interno sobre quem tem acesso a essas informações. Essa prática se tornou ainda mais importante durante o atual período pandêmico, onde dados pessoais, sensíveis e relacionados a pagamento passaram a ser compartilhados em maior número, aumentando o risco de vazamentos”, explica.

Em relação à segurança, a Nodo desenvolve soluções que utilizam como base: proteção de dados em nuvem, tokenização, PCI, governança de acesso a dados, criptografia, blockchain, entre outras e está imersa nas principais normas e regras nacionais e internacionais, seguindo os principais conceitos da LGPD. “A adoção da tecnologia mais adequada deve sempre ser analisada com base nas principais atividades realizadas pela empresa, fazemos isso através de uma análise que identifica necessidades individuais de cada tipo de negócio, o investimento nessa abordagem é importante não apenas para evitar punições, mas para garantir que seu negócio ofereça maior segurança para sua equipe e clientes,” finaliza Gustavo Piltcher.

Outros dados que são preocupantes é a falta de conhecimento de ferramentas de proteção, chegando a cerca de 23,3% dos entrevistados. “O vazamento de informações e ataques a sites e plataformas é mais comum do que se imagina. As estratégias de invasão estão cada vez mais sofisticadas, por isso, é importante investir em ferramentas de segurança e tomar alguns cuidados para garantir tanto a proteção dos dados dos usuários como a segurança digital da empresa”, destaca Piltcher.

No último ano, o Brasil sofreu cerca de 8,4 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos ao longo de 2020, sendo que, deste montante, 5 bilhões ocorreram apenas no último trimestre do ano, segundo relatório do FortiGuard Labs, laboratório de ameaças da Fortinet.

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