A importância da experiência do usuário no combate às fraudes

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*Por Paulo Moura

Pense rápido. Como você se sente ao ter que gravar na memória diversas senhas diferentes, trocá-las de forma constante, usar tokens (um para cada aplicativo), mandar selfies e coisas do tipo quando precisa realizar uma transação? Provavelmente a sensação não é nada boa.

Ok, sabemos que o cenário brasileiro não é favorável quando se trata de tentativas de fraudes e isso precisa ser considerado. Apenas para falar das mais comuns, poderia citar a tomada de contas (account takeover), originação (new account origination), transacionais (transferências de valores e compras pela internet) e SIM-SWAP. Cada uma delas pode ser a “ferramenta da vez” que criminosos utilizam para fraudar quem usa um celular ou dispositivo móvel para realizar uma transação. E cá entre nós, quem é que não usa atualmente?

Para começar, é fato que as tentativas de fraudes acontecem o tempo todo e cada vez mais. Mas neste cenário, deixar a responsabilidade da prevenção apenas para o usuário é quase como culpar alguém pelo mau-tempo. Você pode até carregar um guarda-chuvas, mas não tem como prever se a tempestade vai acontecer, nem pode ser responsabilizado por ela.

Da mesma forma, usuários podem até tomar atitudes que ajudam a prevenir fraudes, como não acessar uma rede wi-fi desconhecida em um lugar público. Também considero positiva a troca de senhas de forma regular. Mas aumentar a complexidade do acesso, seja por tokens ou outros métodos de 2FA (Segundo Fator de Autenticação) apenas causa um alto nível de fricção e até mesmo abandono de compras.

O processo todo chega a ser desgastante e anda na contramão de uma boa experiência do usuário (UX). Isso quando não torna a operação quase impossível de ser praticada. Por exemplo, como receber um SMS em uma área sem cobertura de celular durante uma viagem? Ou, ainda, enviar uma selfie quando não há cobertura 3G ou 4G? De fato, as empresas podem até prevenir a fraude, mas também podem perder clientes fidelizados ou deixar de vender. Não acredito que repassar a responsabilidade para o cliente ou enchê-lo de procedimentos seja a melhor solução.

Por conta disso, gosto de ressaltar a importância da Paygilant com relação à experiência do usuário Nós combatemos fraudes sem causar fricção. Somos a única empresa no mundo a desenvolver seis conjuntos de inteligência integrados que detectam um padrão de fraude antes mesmo que se encerre a transação.

Com isso, garantimos uma excelente experiência ao usuário final, ou seja, o cliente, de forma que não há riscos de abandono de carrinho por conta de uma experiência frustrada. Não há necessidade de usar senhas complexas, reconhecimento facial ou tokens. Além disso, já nascemos no mundo mobile, não havendo necessidade de adaptações nem aquisição de produtos paralelos.

Uma informação essencial é que o fraudador, ainda que saiba login e senha do usuário, não conseguirá transacionar ou se passar pelo verdadeiro cliente. Nossos conjuntos de inteligência integrados nos fazem detectar um possível criminoso mesmo que o celular seja roubado e as senhas estejam disponíveis.

Com tudo isso, digo que se não fossem as políticas de uso vigente, poderíamos facilmente substituir a necessidade de senhas e fatores extras de autenticação apenas e tão somente com o uso da Paygilant.

*Por Paulo Moura, diretor sênior de vendas na Paygilant

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