Aliança da FICO com a iboss cria primeiro score de ameaça cibernética


Postado em por Geek Chic

A FICO  anunciou no final de setembro que seu score de risco de ameaças cibernéticas – ou Cyber Score, baseado em sofisticados processos de inteligência artificial, estará disponível como parte da plataforma modular de segurança web da iboss.  A aplicação de modelos de Analytics da FICO para o ambiente web não só irá reduzir o tempo de detecção mas, principalmente, o tempo de reação a ataques cibernéticos, permitindo inibir novas ameaças ou ataques já no “dia zero” (zero day).

A parceria oferecerá o primeiro score de ameaça cibernética baseado em metodologia de análise de padrões comportamentais que, além de medir a probabilidade de infecção por malware e violação de dados em uma rede (ou em dispositivos conectados a ela), possibilitará a identificação precoce de novos padrões para uma tomada de ação imediata. A plataforma analítica patenteada pela FICO identifica atividades atípicas em milésimos de segundo, utilizando perfis de transação em tempo real e modelos de autoaprendizagem.

Essas análises irão registrar comportamentos suspeitos em servidores, dispositivos e ponto de acesso dos usuários, de maneira similar à solução de fraude de cartões da FICO que, todos os dias, classifica em tempo real o risco de bilhões de transações de cartão de crédito em todo o mundo. Por meio do score de ameaça cibernética, os clientes da FICO e da iboss serão capazes de quantificar com exatidão essas ameaças e remediá-las em tempo real a fim de interromper os ataques e um possível roubo de dados antes que seja tarde demais.

A FICO e a iboss Cybersecurity se propõem a reduzir drasticamente o tempo em que uma organização leva para detectar uma ameaça que viole sua infraestrutura e subtraia seus dados em questão de minutos ou horas após a invasão. Curiosamente, um estudo de 2015 realizado pelo Instituto Ponemon, constatou que o tempo médio necessário para detectar uma ameaça avançada foi de 98 dias para varejistas e 196,5 dias (mais de seis meses) para instituições de serviços financeiros. A falta de detecção em tempo real é um dos motivos pelos quais os ciberataques, além de minarem a confiança do cliente, custaram às empresas aproximadamente 400 bilhões de dólares no ano passado.

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